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Sobre a Frente Brasil

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Nossa história

A frente brasileira da campanha nasceu da urgência de se levantar contra os políticos e empresas que estão levando nosso país a um desastre ambiental. Unidos por esse objetivo, a Clínica de Direito Ambiental Paulo Nogueira Neto (CPaNN) e o Núcleo de Estudos Internacionais (NEI) da Universidade de São Paulo uniram forças com outros ativistas independentes em todo o Brasil para criar uma coalizão pela justiça climática. Além disso, a frente brasileira conta com o apoio do Instituto Latino-Americano de Defesa Coletiva (ILAJUC).

Nossa missão

Queremos enviar uma mensagem aos nossos líderes: basta, basta.


A Frente Parlamentar do Agronegócio controla o Parlamento e defende os interesses do agronegócio e das mineradoras. Além disso, o presidente Bolsonaro segue uma agenda político-econômica alinhada com políticas anti-indígenas e anti-ambientais.


Os resultados da desregulamentação da instituição ambiental são catastróficos. O desmatamento está no nível mais alto já registrado. Mais de um terço dos agrotóxicos comercializados foram autorizados nos últimos dois anos. Comunidades indígenas são constantemente deslocadas de suas terras tradicionais e ameaçadas de perder para empresas destrutivas. E milhões de brasileiros enfrentam fome ou insegurança alimentar.

Vamos pressionar nossos governos a resolver essas questões, cumprir seus deveres e proteger o meio ambiente. Nosso objetivo é espalhar o movimento WYCJ por toda a América Latina, construindo uma coalizão que inclui todos os gêneros, raças e orientações sexuais. Esperamos aumentar a conscientização sobre a vulnerabilidade das comunidades indígenas na crise climática.

Acreditamos que um Parecer Consultivo não só ajudará a aumentar a conscientização sobre a justiça climática e fortalecer seu vínculo com os direitos humanos, mas também reforçará os deveres e obrigações que os Estados já possuem sob os direitos humanos internacionais e tratados climáticos.

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Nossa visão

O Brasil desempenhou um papel crucial no desenvolvimento de políticas ambientais ao longo da história. O Brasil sediou a primeira Conferência das Nações Unidas com enfoque ambiental (Cúpula da Terra), assinou todos os principais tratados ambientais e de direitos humanos e estabeleceu uma legislação progressiva em sua Constituição. O Brasil foi considerado um país líder na negociação do clima para acordos internacionais. Porém, nos últimos anos, a situação mudou drasticamente e a posição brasileira mudou nos acordos internacionais e no cenário doméstico. Por ser um pólo de agronegócios, mineradoras e madeireiras está regulando nosso país e nossas florestas.

Acreditamos que um Parecer Consultivo da CIJ não só ajudará a aumentar a conscientização sobre a justiça climática e fortalecer seu vínculo com os direitos humanos, mas também reforçará os deveres e obrigações que os Estados já possuem sob os direitos humanos internacionais e tratados climáticos.